Moinhos de vento, Portugal, 2010, Luís Alves

Moinhos de vento, Espanha, 2009, Gustavo Catalán

Num país com pouca tradição em reflectir (sobre a paisagem), nem os inflamáveis eucaliptais, as preciosas obras de arte de Tomás Taveira, os imprescindíveis milhares de quilómetros de auto-estradas, os ultra-ecológicos olivais super-intensivos ou os admiráveis subúrbios de Lisboa e do Porto conseguiram suscitar alguma reflexão sobre a paisagem.

Sendo certo que tão pouco conseguirão fazê-lo os colossais moinhos de vento para produção de energia eólica, aos quais Portugal e Espanha aderiram massivamente, deixo aqui estas fotografias apenas para podermos apreciar o quão eles vêm beneficiar a harmonia e a estética das nossas cada dia mais aprazíveis e formosas paisagens.