Barbearia improvisada, algures no Alentejo, 2011, Pedro Duarte

É sabido que nas profundezas do país (aí mesmo onde os burocratas procuram encerrar escolas, postos médicos e transportes públicos) as estradas têm pouco trânsito, as tabernas pouco movimento, as aldeias pouco betão. 

Nessas águas muito profundas onde é cada vez mais difícil achar um português, encontramos ainda quem prefira cozinhar numa fogueira improvisada no meio da rua do que no bico de um fogão. 

Barbearia improvisada, algures no Alentejo, 2011, Pedro Duarte

E encontramos muitos outros sinais de que o país está sempre à nossa espera para nos surpreender…