… passei a achar ridículo entrar num museu ‘a sério’ – daqueles em que se paga. Passados uns tempos, perdi a mania.

Mas às vezes ainda acho que esse meu capricho pós-adolescente não era assim tão pueril.

Baile na floresta, Alemanha, 2011, Andrea Morgenstern

E se o mundo lá fora, aquilo que também poderíamos chamar de ‘realidade’ – a que se opõe a noção de ‘virtualidade’ -, fosse afinal o mais original, rico e fecundo museu de que dispõe a humanidade?

Ria Formosa, Luz de Tavira, 2011, Andrea Morgenstern