A fotografia, não menos do que o jornalismo, a sociologia ou o cinema documental, é uma forma possível e actual de falar da aldeia global, cada vez mais pequena em diversidade mas com proporções cada vez mais colossais, em que vivemos. De observá-la e descrevê-la. De colocá-la sob perspectiva.

De torná-la matéria para analisar criticamente; ou para simplesmente apreciar, sem despertar senão levemente o raciocínio crítico. Sim, também se pode apenas apreciar (sem entender grande coisa) um mundo inteiramente novo, onde, tal como nos é possível pressentir enquanto o apreciamos, nada será como dantes.

Paisagem urbana, China, sem data, Tim Franco

Skyline de Tóquio, sem data, Marcel Castenmiller

Hong Kong, sem data, P. López Luz

Chongqing, China, 2009, Liang Chen

Hong Kong, 2009, Paul Redican

Hang Hau, Hongkong, 2009, Clément Guillaume