Há dias, decidi fotografar uns fotógrafos que ia descobrindo por uma paisagem que então explorava.

Percebi que o acto de fotografar poderia conter um certo romantismo.

A fotógrafa e o fotografado, Berlim, 2012, Pedro Duarte

O fotógrafo e a fotografada, Berlim, 2012, Pedro Duarte

Mas percebi fundamentalmente, nesta minha pele de Martin Parr, que para a maioria dos meus contemporâneos deixou de ser possível ‘ver’ sem fotografar.

O fotógrafo, Berlim, 2012, Pedro Duarte

O fotógrafo (isto é, ‘o caçador’), Berlim, 2012, Pedro Duarte