… para variar, os cenários criados para os seus edifícios-jóias neutralizam a presença perturbadora da paisagem. As paisagens reduzem-se aqui à mera função de servirem de cenários neutros, sem expressão própria, para obras que se devem impor no território como novos marcos turístico-identitários, ou, como agora se diz, como novas marcas. Falta à ‘arquitectura do nosso tempo’ uma certa predisposição para abrir-se à violência – do tempo, das pessoas, das paisagens.

Serpentine Gallery Pavilion de Toyo Ito, Londres, 2006, turezure (flickr)

Serpentine Gallery Pavilion de Toyo Ito, Londres, 2006, turezure (flickr)

Teahouse de Toyo Ito, 2006, jontofski (flickr)

Teahouse de Toyo Ito, 2006, jontofski (flickr)